
O Tribunal de Contas da União consolidou-se como referência nacional no uso de inteligência artificial. Desde 2016, o TCU investe em soluções tecnológicas que incluem a ALICE (análise de editais), SOFIA (suporte a relatórios), MONICA (monitoramento de aquisições), ADELE (análise de pregões eletrônicos) e o ChatTCU, assistente que já atende mais de 1.400 servidores.
Em 2024, múltiplos acórdãos do TCU recomendaram explicitamente que órgãos públicos adotem IA para melhorar eficiência, reduzir erros e otimizar a prestação de serviços. Os Acórdãos 2.591/2024, 2.493/2024 e 2.198/2024 são marcos nesse sentido.
Por que isso importa. O órgão de controle externo do Brasil não apenas usa IA — recomenda que outros façam o mesmo. Ignorar essa recomendação é ignorar a direção da Administração Pública.
ALICE (editais), SOFIA (relatórios), ÁGATA (classificação textual), MONICA (aquisições), SAO (orçamentos de obras), ADELE (pregões), CARINA (imprensa), Zello (assistente interno), ChatTCU (IA generativa) e sistemas complementares.

Acórdão 2.591/2024: IA para dados previdenciários. Acórdão 2.493/2024: IA para fiscalização agrícola. Acórdão 2.198/2024: IA para agilizar BPC no INSS. Todos recomendam adotar tecnologias avançadas incluindo IA.
Se o próprio TCU usa IA para fiscalizar, os órgãos fiscalizados precisam acompanhar. Municípios sem tecnologia ficam em desvantagem frente a ferramentas que analisam editais automaticamente.